A alta no preço do diesel tem levado caminhoneiros a intensificarem a mobilização por uma possível paralisação, incluindo articulações no estado de São Paulo.
Lideranças da categoria afirmam que o aumento recente do combustível tem reduzido a margem de lucro das viagens e dificultado a manutenção das atividades, especialmente para profissionais autônomos.
Mobilização e pressão
O movimento tem ganhado força nos últimos dias, com discussões sobre a possibilidade de uma greve nacional. Apesar de ainda não haver uma data oficial definida, já existe apoio significativo entre grupos da categoria.
Em São Paulo, principal polo logístico do país, a adesão é considerada estratégica, já que qualquer paralisação pode impactar diretamente o abastecimento e a circulação de mercadorias.
Principais reivindicações
Entre as principais demandas dos caminhoneiros estão:
- Redução do preço do diesel
- Garantia do cumprimento do piso mínimo do frete
- Medidas que tragam mais previsibilidade nos custos do transporte
Segundo representantes do setor, o descompasso entre o valor do frete e o aumento do combustível tem pressionado ainda mais a categoria.
Governo tenta evitar paralisação
Diante do cenário, o governo federal tem anunciado medidas para conter a crise, como redução de impostos e incentivos ao setor, além de negociações com estados e representantes dos caminhoneiros.
Mesmo assim, a categoria segue em estado de alerta e não descarta a possibilidade de uma greve caso não haja avanços nas negociações.

