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    Home»BRASIL»Fachin e Mendonça têm encontro no STF para discutir caso Master
    BRASIL

    Fachin e Mendonça têm encontro no STF para discutir caso Master

    2026-03-10T08:46:47-03:000000004731202603

    O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, reuniu-se na noite dessa segunda-feira (9) com o ministro André Mendonça para discutir menções a integrantes da Corte encontradas em dados extraídos do celular do banqueiro Daniel Vorcaro. Mendonça é o relator, no Supremo, da ação relacionada ao caso do Banco Master.

    De acordo com informações divulgadas pelo portal Metrópoles, apenas os dois ministros participaram do encontro. A conversa ocorreu após relatórios da Polícia Federal apontarem citações aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli no material analisado durante a investigação sobre supostas fraudes ao sistema financeiro nacional.

    No caso de Alexandre de Moraes, documentos da investigação indicam registros de mensagens atribuídas a conversas entre o ministro e Daniel Vorcaro pouco antes da prisão do banqueiro, ocorrida em 17 de novembro de 2025. Os trechos teriam sido encontrados no bloco de notas do celular de Vorcaro e, segundo os investigadores, teriam sido enviados por meio do WhatsApp no modo de visualização única.

    Em nota, Moraes negou ter trocado qualquer mensagem com o banqueiro. No domingo (8), o gabinete do ministro voltou a se manifestar, reforçando que não há vínculo entre ele e Vorcaro. O magistrado também afirmou ser falsa a informação de que teria frequentado uma residência ligada ao empresário em Trancoso, no sul da Bahia.

    Outro ponto que surgiu nas investigações envolve a advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes. Em dezembro de 2025, veio à tona a existência de um contrato de consultoria jurídica firmado entre o escritório da advogada e o Banco Master, identificado no celular de Vorcaro.

    Em comunicado divulgado nesta segunda-feira (9), Viviane afirmou que o escritório prestou serviços ao banco entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, período em que foram realizadas 94 reuniões de trabalho. Segundo a nota, a atuação envolveu áreas como direito previdenciário, trabalhista, contratual e regulatório, além de temas relacionados a compliance, proteção de dados, crédito e análise estratégica de investigações e processos administrativos e penais ligados à instituição e seus dirigentes. O trabalho também incluiu ações voltadas à implementação de código de ética e medidas de governança e conformidade regulatória.

    Já em relação ao ministro Dias Toffoli, os relatórios da Polícia Federal também apontaram menções e registros de contato com Daniel Vorcaro. Dados extraídos do celular do banqueiro indicariam ligações telefônicas, troca de mensagens e convites para eventos sociais, entre eles um aniversário do ministro.

    Os investigadores também identificaram referências ao resort Tayayá, empreendimento turístico ligado a Toffoli localizado no interior de Goiás. Essas informações constam em relatórios produzidos pela Polícia Federal no âmbito das apurações relacionadas ao Banco Master.

    Diante das revelações, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) afirmou que já conseguiu reunir as assinaturas necessárias no Senado para solicitar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A proposta tem como objetivo investigar a conduta dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes no caso envolvendo o Banco Master.

    Segundo o parlamentar, a coleta de assinaturas continuará para garantir maior segurança política antes do protocolo oficial do pedido. “Sem condenação antecipada, mas com muita firmeza, vamos realizar uma investigação absolutamente necessária para resgatar a confiança dos brasileiros nas instituições”, declarou.

    O requerimento para a abertura da comissão foi apresentado na última sexta-feira (6). Nesta segunda-feira (9), Alessandro Vieira informou ter alcançado as 27 assinaturas mínimas exigidas para formalizar o pedido de instalação da CPI no Senado.

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