A estima que o tenha movimentado cerca de R$ 70 milhões desde 2018 com o apoio de um suposto “núcleo político” infiltrado nos Três Poderes no estado.
De acordo com as investigações, a facção criminosa contava com a colaboração de servidores públicos vinculados a diferentes esferas do poder, incluindo o Tribunal de Justiça do Amazonas, a Assembleia Legislativa do Amazonas e a Polícia Militar do Amazonas.
Foram identificados como investigados:
- Adriana Almeida Lima, ex-secretária de gabinete na Assembleia Legislativa do Amazonas;
- Anabela Cardoso Freitas, investigadora da Polícia Civil;
- Alcir Queiroga Teixeira Júnior;
- Bruno Renato Gatinho Araújo;
- Izaldir Moreno Barros, servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas;
- Josafá de Figueiredo Silva, ex-assessor parlamentar;
- Osimar Vieira Nascimento, policial militar;
- Ronilson Xisto Jordão.
Segundo a polícia, o grupo teria atuado para facilitar acessos institucionais, intermediar interesses da organização criminosa, oferecer proteção a integrantes e, em alguns casos, tentar obter informações sobre investigações em andamento.
Os suspeitos foram alvo de uma operação deflagrada nesta sexta-feira (20), com mandados de prisão e de busca e apreensão cumpridos em seis estados. Até o último balanço divulgado pelas autoridades, 14 pessoas haviam sido presas.

