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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Monitoramento é iniciado em Craíbas para descobrir origem de tremores
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    Monitoramento é iniciado em Craíbas para descobrir origem de tremores

    Fonte: Extra Alagoas

    Equipe da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) iniciou esta semana a instalação de um sismógrafo na zona rural de Craíbas, no Agreste de Alagoas, para monitorar vibrações no entorno da Mineradora Vale Verde (MVV). O estudo tem como objetivo avaliar se a atividade mineradora possui relação com rachaduras registradas em residências da região.

    A primeira localidade que recebeu o equipamento
    foi o Sítio Lagoa do Mel. O sismógrafo, capaz de
    registrar vibrações entre 0,0127 mm/s e 250 mm/s,
    ficará instalado por 20 dias e segue, após esse
    período, para as localidades de Torrões e Pau
    Ferro. Os estudos sismológicos serão financiados
    pela Mineradora Vale Verde (MVV), fruto de
    acordo homologado com a Justiça Federal em
    setembro do ano passado.

    O trabalho da Universidade Federal de Ouro Preto
    (Ufop) é coordenado pelo professor Carlos
    Henrique Arroyo Ortiz, doutor em Geociências e
    pesquisador nas áreas de modelagem
    geoestatística e geometalúrgica. A realização da
    pesquisa técnica atende a recomendações da
    Defensoria Pública da União (DPU) em Alagoas, no
    âmbito da Ação Civil Pública n° 0800795-44.2023.4.05.8001, que tramitou na 8a Vara Federal. A DPU também orientou o aparelhamento das Defesas Civis de Craíbas e Arapiraca para acompanhamento do caso.

    Desde 2021, a mineradora realiza extração de
    cobre, ferro e ouro no povoado Serrote da Laje e
    em outras áreas rurais do município. Moradores
    atribuem as rachaduras em imóveis a explosões
    semanais realizadas durante a atividade de
    mineração, chamadas pela empresa de “desmontes”.

    Em notas oficiais, a Mineradora Vale Verde nega
    qualquer relação entre suas operações e os abalos
    registrados na região, afirmando que mantém
    monitoramento ambiental contínuo, segue a
    legislação brasileira e adota práticas alinhadas a
    padrões internacionais de ESG.
    Um estudo inédito obtido pelo EXTRA, atesta que
    os tremores de terra vêm aumentando em
    quantidade no decorrer dos anos.

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