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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Haddad defende atuação do Banco Central no caso Master e classifica situação como possível grande fraude bancária
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    Haddad defende atuação do Banco Central no caso Master e classifica situação como possível grande fraude bancária

    2026-01-19T17:29:20-03:000000002031202601

    O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, reiterou nesta terça-feira (13) o apoio à atuação do Banco Central (BC) na liquidação extrajudicial do Banco Master, caso que vem gerando repercussão no sistema financeiro brasileiro. Em declarações a jornalistas em Brasília, Haddad disse estar “absolutamente seguro” em relação ao trabalho da autoridade monetária e classificou o episódio como possivelmente “a maior fraude bancária da história” do país.

    A liquidação do Banco Master foi determinada pelo Banco Central em novembro de 2025, após identificar irregularidades que colocaram a instituição em grave crise de liquidez, afetando cerca de 1,6 milhão de clientes. O Fundo Garantidor de Créditos (FGC), responsável por ressarcir os depositantes, deverá honrar os depósitos elegíveis de até R$ 250 mil por pessoa física, conforme as regras vigentes. Haddad afirmou que tem mantido conversas quase diárias com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e com integrantes do Tribunal de Contas da União (TCU), como o presidente do órgão, Vital do Rêgo, para acompanhar a evolução das investigações e das análises técnicas. Ele destacou que as discussões entre autoridades indicam uma convergência sobre os procedimentos adotados pelo BC na liquidação da instituição.

    “O caso inspira muito cuidado. Podemos estar diante da maior fraude bancária da história do país. Temos de adotar todas as cautelas devidas, garantindo espaço para a defesa se explicar, mas ao mesmo tempo sendo firmes em relação ao interesse público”, declarou Haddad.

    O ministro destacou ainda a importância do Fundo Garantidor de Créditos, que reúne recursos de bancos públicos e privados, incluindo o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, para proteger poupadores e investidores diante de crises institucionais como a ocorrida no Master.

    A decisão do Banco Central de liquidar o Banco Master também motivou uma ação do TCU para avaliar documentos e os procedimentos adotados na destituição da instituição. Inicialmente, o BC havia recorrido de uma inspeção determinada pelo Tribunal, mas acabou retirando o recurso, o que sinalizou que a discussão poderá seguir para avaliação técnica no plenário do órgão.

    Com as falhas apontadas no Banco Master e os desdobramentos das investigações, a defesa da atuação do Banco Central feita por Haddad e o diálogo com órgãos de controle refletem a tentativa do governo federal de reforçar a transparência e a segurança jurídica em um episódio que impactou grande parte da população e movimentou debates sobre a supervisão do sistema financeiro nacional.

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