O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) marcou uma reunião de emergência, na segunda-feira (12/1), para discutir o aumento dos ataques da Rússia contra cidades na Ucrânia.
O estopim para o encontro foi o lançamento de um míssil com capacidade nuclear contra Lviv, na Ucrânia. Na noite de quinta-feira (8/1), o exército russo lançou um míssil Oreshnik, um dos mais avançados do mundo, contra o país vizinho.
O lançamento ocorreu a partir de uma região em que a Rússia realiza testes nucleares. A Ucrânia identificou que o míssil foi carregado com ogivas convencionais, e não nucleares, mas o país interpretou que o ataque serviu como ameaça sobre o poder nuclear do Kremlin.
Com isso, o embaixador ucraniano Andriy Melnyk enviou uma carta para a ONU e solicitou uma providência.
“A Federação Russa atingiu um novo e assustador nível de crimes de guerra e crimes contra a humanidade com o terror perpetrado contra civis e infraestrutura civil na Ucrânia”, diz trecho do documento.

