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    Home»CIDADES»Preço da cesta básica teve maior alta em Maceió entre capitais em dezembro, aponta estudo
    CIDADES

    Preço da cesta básica teve maior alta em Maceió entre capitais em dezembro, aponta estudo

    2026-01-08T17:37:37-03:000000003731202601

    A capital alagoana registrou o maior aumento no custo da cesta básica entre as capitais brasileiras no mês de dezembro de 2025, com alta de 3,19%. Os dados são da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, conduzida pelo Dieese em parceria com a Conab. Entre as 27 capitais, João Pessoa foi a única onde o preço médio não sofreu alteração, enquanto a maioria das demais cidades apresentou redução.

    Após Maceió, os aumentos mais expressivos foram observados em Belo Horizonte (1,58%), Salvador (1,55%), Brasília (1,54%) e Teresina (1,39%). As quedas mais acentuadas ocorreram na região Norte, lideradas por Porto Velho (-3,60%), seguida por Boa Vista (-2,55%), Rio Branco (-1,54%) e Manaus (-1,43%).

    Um dos principais componentes que pressionou o valor em Maceió foi a carne bovina de primeira, que subiu em 25 capitais, influenciada pela maior demanda doméstica e externa aliada a uma oferta limitada. Outro item que contribuiu para o encarecimento local foi a batata, que teve valorização em quase todas as capitais, com exceção de Porto Alegre, onde recuou 3,57%. No Rio de Janeiro, por exemplo, o aumento atingiu 24,10%, afetado por condições climáticas e pelo fim do período de colheita.

    Apesar do reajuste, a cesta básica mais cara do país continuou sendo a de São Paulo, com valor médio de R$ 845,95, seguida por Florianópolis (R$ 801,29), Rio de Janeiro (R$ 792,06) e Cuiabá (R$ 791,29). Nas regiões Norte e Nordeste, onde a composição do conjunto de produtos é distinta, os menores preços foram registrados em Aracaju (R$ 539,49), Maceió (R$ 589,69), Porto Velho (R$ 592,01) e Recife (R$ 596,10).

    Com base no valor da cesta mais cara, o Dieese calculou que o salário-mínimo necessário para cobrir essas despesas em dezembro seria de R$ 7.106,83, o equivalente a 4,68 vezes o piso vigente de R$ 1.518,00, evidenciando a disparidade entre o rendimento oficial e o custo real de vida.

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