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    Home»Turismo»Turistas denunciam preços altos em praias de Alagoas; caso de agressão em Pernambuco amplia debate
    Turismo

    Turistas denunciam preços altos em praias de Alagoas; caso de agressão em Pernambuco amplia debate

    2025-12-31T16:03:02-03:000000000231202612

    O custo de produtos e serviços em praias do litoral nordestino tem sido alvo de questionamentos por parte de turistas e moradores, impulsionado pela circulação de registros em vídeo que mostram insatisfação com os valores cobrados. O assunto ganhou nova dimensão após um episódio de violência contra visitantes em Pernambuco.

    Vídeos divulgados nas redes sociais captam protestos de frequentadores em praias de Alagoas contra os valores praticados para itens como porções de alimentos, bebidas e o aluguel de equipamentos como cadeiras e guarda-sóis. Em certos locais, o aluguel do conjunto pode atingir R$ 250, enquanto uma porção de peixe chega a ser oferecida por R$ 150.

    Outros registros criticam estabelecimentos que, embora não cobrem diretamente pelo uso de mobiliário, exigem consumo mínimo no local, com preços considerados elevados. Esse procedimento é vedado pelo Código de Defesa do Consumidor, sendo classificado como venda casada.

    Em contraponto, alguns criadores de conteúdo digital que abordaram o tema indicam alternativas com custo mais acessível nas mesmas regiões, citando opções como caldinho de camarão a R$ 10 e porções de petiscos a partir de R$ 30.

    A fiscalização para coibir abusos e más práticas comerciais contra consumidores nas áreas costeiras é atribuição de órgãos como o Procon e o Ministério Público.

    Caso de violência em Pernambuco

    Um incidente ocorrido em Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco, no último sábado (27), envolveu a agressão a dois turistas de Mato Grosso por parte de ambulantes. O casal, Johnny Andrade e Cleiton Zanatta, alega que a discussão teve início quando o valor combinado pelo aluguel de cadeiras, inicialmente de R$ 50, foi elevado para R$ 80 sem comunicação prévia.

    Segundo as vítimas, que estão em período de férias na localidade, o acordo original estipulava o pagamento de R$ 50 caso não houvesse consumo de alimentos. A alteração no valor durante a permanência no local resultou em conflito que culminou em agressões físicas, demandando atendimento médico para um dos visitantes.

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