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    Home»Municípios»Ex-capitão do Bope critica postura do governo diante violência no Rio de Janeiro e classifica lógica como “perigosa e irracional”
    Municípios

    Ex-capitão do Bope critica postura do governo diante violência no Rio de Janeiro e classifica lógica como “perigosa e irracional”

    2025-10-29T11:43:07-03:000000000731202510

    O ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) do Rio de Janeiro, Rodrigo Pimentel, divulgou em suas redes sociais um vídeo no qual expressa preocupação com a forma como o governo federal e algumas autoridades tratam a criminalidade no país. Pimentel criticou a visão de que facções criminosas seriam, de alguma forma, vítimas, enquanto a sociedade e suas vítimas seriam responsabilizadas.

    O militar destacou a megaoperação ocorrida na favela da Quitanda, em 27 de outubro, quando cerca de 70 criminosos invadiram a comunidade, resultando na morte de uma senhora de 60 anos e de um jovem inocente. Para Pimentel, a ação configurou um ataque planejado e de grande violência, mas autoridades como o ministro Lewandowski não classificaram o caso como terrorismo.

    “Os bandidos fecharam avenidas, utilizaram ônibus e carros roubados para bloquear a cidade e até drones para atacar a polícia. Ainda assim, na opinião de algumas autoridades, isso não é terrorismo. Eu tenho certeza de que estão equivocados”, afirmou Pimentel.

    O ex-capitão do Bope também criticou declarações do presidente Lula e de outros políticos que, segundo ele, colocam a culpa nas vítimas ou nos usuários de drogas, e não nos criminosos. “Essa lógica é perigosa, irracional e está levando o Brasil à ruína, principalmente nas periferias. O bandido não é vítima, e a sociedade não pode ser responsabilizada pelo crime”, ressaltou.

    Pimentel ainda comentou que operações policiais enfrentam dificuldades crescentes devido à ousadia e à organização das facções, citando os casos de ataques com drones e confrontos com as forças de segurança que resultaram em feridos e mortes. Para ele, é necessário repensar políticas de segurança que priorizem a proteção da população e não apenas a abordagem teórica sobre criminalidade.

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