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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Golpista desviou R$ 147 mil de asilo e torrou com harmonização facial
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Golpista desviou R$ 147 mil de asilo e torrou com harmonização facial

    2025-10-25T15:20:30-03:000000003031202510

    Durante mais de um ano, a agora ex-gerente administrativa da Casa do Vovô, uma casa que acolhe pessoas idosas de forma permanente, abusou do acesso que tinha às contas do lar de de velhinhos e desviou milhares de reais. Priscilla dos Santos Zampier usava a verba para efetuar pagamentos para advogados, comprar roupas novas, fazer procedimentos estéticos e pagar por “trabalhos espirituais”.

    O lar fica em Vicente Pires. Segundo o processo, os desvios ocorreram entre maio de 2022 e outubro de 2023, período em que Priscilla controlava senhas, pagamentos e movimentações bancárias da Casa do Vovô.

    O comportamento levantou suspeitas quando responsáveis pela empresa perceberam que algumas contas não foram pagas e, assim, questionaram e solicitaram os extratos então gerente-administrativa, responsável pelo setor. Ao ser questionada, Priscilla apresentou informações confusas e, sem detalhes, pediu demissão e não devolveu o dinheiro.

    Segundo a defesa da acusada, de início, Priscilla podia ter acesso às contas da empresa somente quando estava no trabalho. Mas, após a empresa ter alguns bens sequestrados pela Justiça, por receio, solicitaram à mulher que utilizasse a própria conta pessoal para recebimento da mensalidade dos idosos.

    Segundo o processo, fora os gastos citados acima, somente os valores de repasse a terceiros totalizaram quase R$ 150 mil. Na denúncia, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) apontou furto qualificado por 78 vezes, mas o juiz concluiu que havia prova suficiente apenas para 18 episódios, e tornou Priscilla ré.

    Uma notável quantidade de transferências foi destinada à uma clínica de estética localizada em Goiânia. O valor total “investido” por Priscilla foi de R$ 9.700. Dentre as provas inclusas na Justiça, estavam conversas com a proprietária da clínica, uma ficha de anamnese da paciente e fotos do rosto da acusada, que alegou ter tido possíveis complicações de um preenchimento.

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