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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Brasil volta ao menor patamar de fome da história
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    Brasil volta ao menor patamar de fome da história

    2025-10-14T08:21:20-03:000000002031202510

    Em 2024, o Brasil alcançou um marco importante na luta contra a fome: reduziu significativamente o número de pessoas sem acesso adequado à alimentação, igualando o recorde histórico registrado em 2013. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com base na Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia), aplicada na PNAD Contínua do quarto trimestre de 2024.

    Entre os destaques do levantamento, está a queda da insegurança alimentar grave, que passou de 4,1% para 3,2% dos domicílios em um ano — o menor índice já registrado na série histórica do IBGE. Em números absolutos, isso representa que cerca de dois milhões de pessoas saíram da condição de fome no país. A melhora ocorreu de forma ampla, com reduções nas zonas urbanas e rurais de todas as regiões.

    O avanço também se refletiu na segurança alimentar, cujo percentual subiu de 72,4% em 2023 para 75,8% em 2024. Isso significa que 8,8 milhões de brasileiros passaram a ter garantia diária de alimentação adequada. A melhora nos três níveis da escala de insegurança alimentar — leve, moderada e grave — mostra o impacto positivo de políticas públicas mais eficientes.

    Para o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Wellington Dias, os resultados representam uma vitória nacional. “Em 2025, o Brasil celebra duas conquistas históricas: a saída do Mapa da Fome e a redução da insegurança alimentar grave ao menor nível da série histórica do IBGE. Levamos dois anos para reconquistar uma marca que, no passado, levou dez anos para ser construída”, afirmou.

    A secretária extraordinária de Combate à Pobreza e à Fome, Valéria Burity, reforçou a importância dos dados ao apontar sua sintonia com os indicadores internacionais. “Os resultados do IBGE caminham na mesma direção dos dados da FAO/ONU, confirmando que a fome está recuando de forma rápida e consistente no Brasil”, analisou.

    26,5 MILHÕES — Entre os anos de 2019 e 2022 o IBGE não realizou nenhuma pesquisa com base na Ebia, mas a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Penssan) aplicou uma metodologia similar no ano de 2022. Aquele estudo registrou um número de 33,1 milhões de pessoas em insegurança alimentar grave, ou 15,5% dos domicílios. Levando em conta esse indicador, a proporção de domicílios com moradores em situação de insegurança alimentar grave caiu 12,3 pontos percentuais desde o início da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em números absolutos, isso significa que 26,5 milhões de pessoas deixaram a condição de insegurança alimentar grave em dois anos.

    Entenda as categorias da EBIA:

    » Segurança alimentar: moradores têm acesso regular e adequado aos alimentos, suprindo as necessidades nutricionais sem a preocupação de enfrentar restrições alimentares no futuro próximo.

    » Insegurança alimentar leve: preocupação ou incerteza quanto ao acesso a alimentos e redução da qualidade para não afetar a quantidade.

    » Insegurança alimentar moderada: falta de qualidade e redução na quantidade de alimentos entre adultos.

    » Insegurança alimentar grave: falta de qualidade e redução na quantidade de alimentos também entre menores de 18 anos. Nessa situação, a fome passa a ser uma experiência vivida no domicílio.

    MAPA DA FOME – Em julho, o Brasil celebrou a saída do país do Mapa da Fome da Agência das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), com a redução do índice de prevalência de subalimentação a menos de 2,5% da população. “O Brasil aprendeu a enfrentar a fome. A forte redução da insegurança alimentar mostra que o país construiu uma estratégia emergencial e eficiente de redução da fome. O Plano Brasil Sem Fome, lançado em 2023, consolidou essa estratégia”, destacou Valéria Burity.

    Estratégia que inclui 80 ações e mais de 100 metas, o Plano Brasil Sem Fome inclui o aumento da renda disponível para comprar alimentos, a inclusão em políticas de proteção social, a ampliação da produção e do acesso à alimentos saudáveis e sustentáveis e a informação e mobilização da sociedade, de outros poderes e de outros entes federativos para erradicação da fome.

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