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    Lula estabelece diretrizes para enfrentar tarifaço em encontro com ministros

    Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles.

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva definiu, em reunião com ministros no último domingo (13), no Palácio da Alvorada, os dois principais eixos da resposta do governo brasileiro ao tarifaço anunciado por Donald Trump: soberania e economia. A medida dos Estados Unidos prevê uma taxação de até 50% sobre produtos brasileiros a partir de 1º de agosto, o que gerou forte reação do Planalto.

    Segundo auxiliares que participaram do encontro, Lula foi enfático ao afirmar que a “soberania brasileira não se negocia” e que o país não aceitará imposições externas, muito menos condicionadas a pautas políticas, como a anistia ou julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro, como defendem setores bolsonaristas.

    No fim de semana, o governo lançou um vídeo institucional com o slogan “Brasil soberano”, em resposta direta às ameaças tarifárias. A peça publicitária afirma: “País soberano não baixa a cabeça para outros países”, em tom firme contra a postura norte-americana.

    No campo econômico, Lula anunciou a criação de um comitê executivo com empresários dos setores impactados pelo tarifaço, que será liderado por ele próprio. A intenção é iniciar ainda nesta semana uma série de reuniões com representantes da indústria e da agricultura para avaliar os danos e traçar estratégias de reação.

    O vice-presidente e ministro da Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin, e outros membros do alto escalão do governo também integrarão o grupo. O presidente tem defendido uma resposta articulada que envolva diálogo com o setor privado e com parceiros comerciais estratégicos.

    Outra medida discutida na reunião foi a regulamentação da Lei da Reciprocidade, que pode ser usada pelo Brasil para aplicar sanções similares a produtos norte-americanos caso o tarifaço seja efetivado.

    A reunião no Alvorada começou por volta das 18h e se estendeu até depois das 22h. Além de Lula, participaram:

    • Geraldo Alckmin, vice-presidente e ministro da Indústria, Comércio e Serviços;
    • Fernando Haddad, ministro da Fazenda;
    • Carlos Fávaro, ministro da Agricultura;
    • Gleisi Hoffmann, ministra da Secretaria de Relações Institucionais;
    • Sidônio Palmeira, ministro da Secretaria de Comunicação (Secom);
    • Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central;
    • Maria Laura da Rocha, secretária-geral do Itamaraty;
    • Miriam Belchior, secretária-executiva da Casa Civil.

    O governo brasileiro acompanha com atenção os desdobramentos da política comercial dos Estados Unidos e já articula ações diplomáticas para tentar reverter a decisão de Trump, que também tem gerado críticas internacionais.

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