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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Brasil entra na mira dos EUA e pode enfrentar tarifas de até 500% por importações de petróleo russo
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    Brasil entra na mira dos EUA e pode enfrentar tarifas de até 500% por importações de petróleo russo

    Foto: Ricardo Stuckert/PR.

    Um novo projeto de lei bipartidário apresentado no Congresso dos Estados Unidos pode provocar um forte impacto na economia brasileira. Com apoio de 85 dos 100 senadores, a proposta prevê tarifas de até 500% sobre produtos importados de países que continuam comprando petróleo, gás e urânio da Rússia, e o Brasil é citado nominalmente como um dos principais alvos.

    A medida foi elaborada por senadores democratas e republicanos como uma tentativa de pressionar países que, na visão de Washington, estariam financiando indiretamente o esforço de guerra russo na Ucrânia. O senador republicano Lindsey Graham, um dos autores do projeto, foi direto ao citar os países que correm o risco de sanções: “China, Índia e Brasil, vocês estão prestes a se prejudicar muito se continuarem ajudando Putin”, declarou em entrevista à CBS News. Graham classificou a proposta como uma “marreta econômica” que pretende forçar o presidente russo, Vladimir Putin, a negociar o fim da guerra.

    Em 2024, o Brasil bateu recorde de importações de diesel russo, somando US$ 5,4 bilhões, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços. O volume coloca o país entre os maiores compradores do combustível russo no mundo, tornando-o um alvo prioritário da legislação norte-americana.

    Além das tarifas punitivas, o projeto também prevê medidas mais duras, como o uso de ativos russos congelados nos EUA, cerca de US$ 5 bilhões, para financiar a reconstrução e a defesa da Ucrânia. A proposta é inédita e enfrenta resistência até dentro do sistema legal americano, já que os EUA não estão formalmente em guerra com a Rússia.

    Enquanto o Congresso americano avança com o projeto, a pressão internacional para conter a ofensiva russa aumenta. O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, se reuniu nesta segunda-feira (14) com o enviado especial dos EUA, Keith Kellogg, em Kiev, e agradeceu ao ex-presidente Donald Trump pelo apoio. Zelensky voltou a pedir mais armamentos e sanções contra Moscou.

    “Precisamos de mais sistemas de defesa aérea e cooperação com a Europa para garantir nossa proteção e acelerar o fim do conflito”, disse o líder ucraniano, que também utilizou as redes sociais para reforçar o apelo por ações mais concretas dos aliados ocidentais.

    No domingo (13), Trump anunciou o envio de mísseis Patriot à Ucrânia, afirmando que os EUA serão reembolsados pela União Europeia, que aprovou recentemente um pacote bilionário de ajuda. “Putin fala bonito, mas à noite bombardeia todo mundo. Eles precisam desses mísseis, e vamos enviar”, declarou o ex-presidente, que prometeu um novo anúncio ainda nesta segunda-feira, possivelmente envolvendo o envio de armamentos ofensivos.

    Enquanto isso, os ataques russos continuam a atingir áreas civis na Ucrânia, com bombardeios diários por mísseis e drones, aumentando a pressão por uma resposta mais dura contra Moscou, e contra seus parceiros comerciais.

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