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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»No STF, Anderson Torres chama minuta do golpe de “minuta do Google” e diz que documento deveria ter sido destruído
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    No STF, Anderson Torres chama minuta do golpe de “minuta do Google” e diz que documento deveria ter sido destruído

    Ex-ministro da Justiça afirma não se lembrar de ter recebido o documento e critica erros no texto apreendido pela Polícia Federal

    Reprodução/TV Justiça

    O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal, Anderson Torres, prestou depoimento nesta terça-feira (10), à Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), no âmbito da ação penal que investiga uma suposta trama golpista para reverter o resultado das eleições presidenciais de 2022. Durante o interrogatório, Torres afirmou que o polêmico documento conhecido como “minuta do golpe” seria, na verdade, uma “minuta do Google”, e declarou que o texto deveria ter sido destruído há muito tempo.

    A audiência faz parte de uma série de depoimentos que ocorrem nesta semana no STF. Todos os réus foram convocados a comparecer presencialmente à Corte, incluindo os que já prestaram esclarecimentos anteriormente, como o tenente-coronel Mauro Cid, delator do caso, e o ex-diretor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, hoje deputado federal. A única exceção é o general Walter Braga Netto, que, preso no Rio de Janeiro, será ouvido por videoconferência.

    “Minuta do Google”

    Ao ser questionado pelo ministro Alexandre de Moraes sobre a existência e a origem da minuta que propunha medidas para invalidar o resultado das eleições de 2022, Torres minimizou a relevância do documento.

    “Na verdade, ministro, não é ‘minuta do golpe’, eu brinco que é a ‘minuta do Google’”, afirmou. Ele justificou que costumava levar duas pastas para casa: uma com a agenda do dia seguinte e minutas de discursos, e outra com documentos diversos que chegavam ao ministério.

    Torres também reclamou da rotina no cargo, alegando excesso de informações recebidas:

    “Estava difícil trabalhar, porque recebia muitas minutas, ideias e uma série de coisas pelo WhatsApp, papel”. Segundo ele, o documento foi esquecido em sua residência e só voltou à memória após ser apreendido pela Polícia Federal.

    O ex-ministro criticou ainda o conteúdo da minuta, mencionando que o texto apresentava “diversos erros de português” e reiterou que seu destino deveria ter sido o descarte.

    Outros depoimentos

    Os interrogatórios começaram na segunda-feira (9), com o depoimento de Mauro Cid, que reafirmou os detalhes que já haviam sido apresentados em sua delação premiada. Alexandre Ramagem também foi ouvido.Na manhã desta terça, os trabalhos foram abertos com o depoimento do ex-comandante da Marinha, almirante Almir Garnier Santos, que negou ter tido conhecimento da minuta de golpe de Estado.

    As audiências seguem até sexta-feira (13), com os réus divididos em grupos conforme sua atuação nos fatos investigados. A ação penal tramita sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes e investiga supostos crimes de tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado democrático de Direito, entre outros.

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