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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Arquidiocese de Maceió cobra R$ 3 milhões de padre por ausência de prestação de contas
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    Arquidiocese de Maceió cobra R$ 3 milhões de padre por ausência de prestação de contas

    2025-05-27T09:07:50-03:000000005031202505

    A Arquidiocese de Maceió ingressou com uma ação na 6ª Vara Cível da capital contra o padre Walfran Fonseca dos Santos e o ex-presidente do conselho fiscal da Fundação Recriar, Ronnie Rayner Teixeira Mota, para cobrar a prestação de contas de R$ 3,1 milhões. Os valores foram repassados à fundação entre 2018 e 2024 e deveriam ter sido aplicados em projetos de capacitação e reinserção social de dependentes químicos e pessoas em situação de vulnerabilidade.

    A medida foi protocolada no dia 22 de abril e aponta a ausência de relatórios financeiros e documentos comprobatórios relativos aos recursos obtidos por meio de convênios com o Ministério do Desenvolvimento Social. A Arquidiocese afirma que a ação tem caráter cível e objetiva assegurar a regularidade da aplicação dos recursos.

    A Fundação Recriar operava como federação de comunidades terapêuticas, reunindo entidades como Casa Dom Bosco, Fazenda Esperança, Rosa Mística e outras. As atividades ocorriam no mesmo endereço da Arquidiocese, no bairro do Farol, em Maceió. Parte dos repasses, com valores que variam entre R$ 100 mil e R$ 1 milhão, permanece sem justificativas formais.

    O montante deveria financiar cursos em áreas como panificação, marcenaria, costura, encanação e serigrafia. A maior parte dos recursos foi repassada durante a gestão do então arcebispo Dom Antônio Muniz, que renunciou em abril de 2024.

    Com a posse de Dom Carlos Alberto Breis Pereira, conhecido como Dom Beto, a Arquidiocese iniciou uma reestruturação administrativa que resultou na substituição da diretoria da Recriar e no afastamento de gestores de outras entidades, como a Fundação Leobino e Adelaide Motta.

    Além da ação cível, o padre Walfran também é alvo de investigações sobre possíveis irregularidades na Associação Beneficente Paróquia de Santo Antônio, que teria movimentado cerca de R$ 14 milhões, e responde a um processo no Ministério Público Federal por crime ambiental relacionado à extração irregular de areia em um terreno da Igreja em Marechal Deodoro. A atividade foi suspensa por decisão judicial em janeiro deste ano.

    Fonte – Jornal de Alagoas

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