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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Bolsonaro escolhe Tarcísio e mais 14 aliados como testemunhas em processo do STF
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    Bolsonaro escolhe Tarcísio e mais 14 aliados como testemunhas em processo do STF

    Em resposta à ação penal movida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da investigação sobre uma suposta tentativa de golpe de Estado, o ex-presidente Jair Bolsonaro indicou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e mais 14 nomes como testemunhas de defesa. A lista foi entregue nesta segunda-feira (28), junto com a defesa prévia apresentada por seus advogados.

    A inclusão de Tarcísio — considerado um dos nomes mais próximos e politicamente viáveis do bolsonarismo — reforça a estratégia de Bolsonaro de se cercar de figuras leais no processo, que pode ter desdobramentos decisivos para seu futuro político. Além do governador paulista, o ex-presidente escolheu aliados de longa data, incluindo o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (PL-RJ), os senadores Rogério Marinho (PL-RN), Ciro Nogueira (PP-PI) e Hamilton Mourão (Republicanos-RS), entre outros militares e ex-integrantes do governo.

    Entre os arrolados estão ainda o general de Exército Gomes Freire, o brigadeiro Batista Júnior e Giuseppe Janino, ex-diretor de tecnologia do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), responsável pelas urnas eletrônicas — tema recorrente nas críticas do bolsonarismo à lisura do processo eleitoral brasileiro.

    No documento enviado ao STF, a defesa de Bolsonaro também criticou a forma como a intimação do ex-presidente foi realizada, enquanto ele estava hospitalizado em Brasília após uma cirurgia intestinal. “A citação foi realizada de forma contrária ao quanto estipula o artigo 244 do CPC e ocorreu contra a orientação e apesar das advertências dos médicos responsáveis pelo tratamento e internação do peticionário, situação que, todavia, não foi registrada nos autos na certidão lavrada”, diz a peça protocolada no Supremo.

    O processo ganhou tração depois que o STF aceitou, em março, denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Bolsonaro e outros sete investigados. Eles são acusados de tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada, dano qualificado, e outras práticas violentas contra o regime democrático.

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