Em passagem de férias pela capital de Alagoas, Zé Dirceu, ex-ministro da Casa Civil do Governo Lula entre os anos 2003 e 2005 e que figura como uma das principais lideranças do Partido dos Trabalhadores esteve presente numa reunião com diversas lideranças políticas e parlamentares do estado, para dialogar sobre a conjuntura política e as eleições de 2022.
Após um período de afastamento social devido ao coronavírus, segmentos da sociedade que resistem e lutam por direitos enfrentando o governo Bolsonaro, buscam reagregar suas bases e recarregar as forças. É o que motivou o PT/AL a realizar este encontro entre o ex-ministro do governo Lula e as lideranças politicas, partidárias, sociais e sindicais nesta noite de segunda-feira, 16.
Para Dirceu “há um repúdio unanime no país contra as tentativas golpistas de Bolsonaro de tumultuar as eleições pois ele sabe que vai perder, já que é rejeitado pela maioria dos brasileros, particularmente pelo jovens, trabalhadores, mulheres, negros e que ele atenta contra a democracia. Nós temos que unir todos os democratas para impedir qualquer tentativa golpista ou de não cumprimento do calendário eleitoral”, aponta Zé Dirceu.
Já Paulão, deputado estadual (PT/AL), presente no evento, condena as privatizações realizadas pelo governo Jair Bolsonaro (sem partido). “A privatização dos Correios foi um grande desserviço e um ataque a soberania nacional. Uma autarquia que dá lucro e que tem um apel estratégico em todos os 5.500 municípios brasileiros. É o desmonte, a privatização dos Correios, a reforma da previdência e a reforma administrativa, que coloca o servidor como um alvo deste ataque”, aponta o parlamentar petista.
Ainda para Zé Dirceu a expectativa dos brasileiros pelo retorno de Lula à presidência do país é grande. Segundo Zé Dirceu, “nós já mostramos do que somos capazes no governo e é isso que o povo espera. Crescimento econômico e social, ampliação da democracia, retomada do papel do Brasil na integração sul-americana, nos BRICS e no mundo. O que o povo quer é superar o Bolsonarismo e ter um governo que faça o Brasil crescer distribuindo renda”, enfatiza o ex-ministro.
Fonte – Tribuna Hoje

