A excelência acadêmica da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) ganhou mais um atestado de peso nesta quinta-feira (2). O reitor Josealdo Tonholo foi a público celebrar a nomeação das professoras Adriana Guimarães Duarte e Chrystiane Toscano para o alto escalão do Centro de Referência em Formação Continuada e em Serviço (Cerfocs) em Alagoas, iniciativa do Ministério da Educação (MEC).
Para o reitor, a presença das pesquisadoras na Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva vai muito além de uma indicação burocrática; é a chancela do Sistema Federal de Ensino à competência produzida em Alagoas. “Essa conquista é, antes de tudo, das duas professoras, pelo mérito e pela excelência do trabalho que realizam. Agregam conhecimento, dedicação e compromisso à Ufal”, cravou Tonholo.
O centro terá papel crucial: ditar as regras e a formação continuada para incluir alunos com deficiência, TEA e altas habilidades nas escolas. Nesse tabuleiro, Adriana Duarte — professora, doutora pela Ufal e atual coordenadora do Núcleo de Acessibilidade (NAC/Proest) — sentará na cadeira de representante da Andifes, levando a experiência de quem já garante o acolhimento inclusivo no campus alagoano.
Já a gestão pedagógica do Cerfocs no Estado ficará nas mãos de Chrystiane Toscano. Professora do Instituto de Educação Física e Esporte (IEFE/Ufal), com mestrado e doutorado pela Universidade de Coimbra (Portugal), ela é, hoje, uma das pesquisadoras mais respeitadas do Brasil quando o assunto é Transtorno do Espectro Autista (TEA) e desenvolvimento motor.
A leitura no gabinete do reitor é clara: ao emplacar duas acadêmicas com currículos irretocáveis na linha de frente do MEC, a Ufal não apenas colhe os frutos de seus investimentos em pesquisa, mas assume o protagonismo na construção da agenda estratégica de inclusão educacional do Brasil.
