Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    terça-feira, 9 dezembro
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Por omissões na delação, PGR sugere pena mínima de redução para Mauro Cid
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Por omissões na delação, PGR sugere pena mínima de redução para Mauro Cid

    2025-07-15T14:28:00-03:000000000031202507
    Foto: STF.

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou na noite desta segunda-feira (14) ao Supremo Tribunal Federal (STF) suas alegações finais no processo que julga o chamado “núcleo 1” da suposta trama golpista, que envolve o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o tenente-coronel Mauro Cid e outros sete réus.

    No documento, a PGR pede a condenação de Mauro Cid por crimes como organização criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado. No entanto, reconhece os benefícios de sua colaboração premiada, embora defenda que o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro receba apenas a redução mínima de 1/3 da eventual pena, por não ter cumprido integralmente os compromissos assumidos.

    “Diante do comportamento contraditório, marcado por omissões e resistência ao cumprimento integral das obrigações pactuadas, entende-se que a redução da pena deva ser fixada em patamar mínimo”, afirmou o órgão, ao destacar a postura ambígua de Cid ao longo do processo.

    A colaboração de Cid, segundo o procurador-geral da República, Paulo Gonet, teve utilidade ao fornecer elementos que deram “densidade” à investigação, ainda que a Polícia Federal tenha descoberto por conta própria a maior parte dos fatos.

    Apesar disso, Gonet afirma que a atuação de Cid foi limitada por inconsistências, omissões relevantes e críticas públicas à condução de sua delação, como os áudios em que o militar questiona o ministro Alexandre de Moraes e a atuação da PF. Ele também teria minimizado sua participação em reuniões e planejamentos ligados ao golpe, prejudicando a eficácia do acordo.

    “Os depoimentos prestados por Mauro Cid sobre sua própria atuação mostraram-se, em geral, superficiais e pouco elucidativos, especialmente quanto aos fatos de maior gravidade”, ressaltou o procurador.

    Dessa forma, a PGR se posicionou contra a concessão de perdão judicial ou a conversão da pena de prisão em medidas alternativas, assim como contra a redução máxima de dois terços da pena, prevista no acordo. Tais benefícios, reforça Gonet, exigiriam uma colaboração “máxima, efetiva, integral e pautada pela boa-fé”, o que, segundo a PGR, não ocorreu neste caso.

    As alegações finais são uma das últimas fases do processo. Com a manifestação do Ministério Público, os réus, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro, deverão agora apresentar suas próprias alegações finais. Após isso, o caso poderá ser incluído na pauta de julgamento do STF.

    Os depoimentos de Cid têm sido alvo de críticas desde o início da ação penal, inclusive por ministros da Corte. Luiz Fux, por exemplo, demonstrou “muita reserva” quanto à frequência com que o militar foi ouvido durante a investigação.

    O caso representa um dos processos mais relevantes da apuração sobre as tentativas de ruptura institucional após as eleições de 2022, que culminaram nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2025 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.