Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    sábado, 7 fevereiro
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Justiça irá investigar conduta de juíza que impediu aborto de menina após estupro
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Justiça irá investigar conduta de juíza que impediu aborto de menina após estupro

    2022-06-21T17:35:51-03:000000005130202206

    O Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJ-SC) divulgou, por meio de nota, que a Corregedoria-Geral do órgão já instaurou pedido de providências na esfera administrativa para a devida apuração da conduta da juíza Joana Ribeiro Zimmer, que tentou convencer, em audiência, uma menina de 11 anos, que engravidou após ser estuprada, a desistir de fazer um aborto legal. 

    “O processo referido está gravado por segredo de justiça, pois envolve menor de idade, circunstância que impede sua discussão em público. Tratando-se de questão jurisdicional, não cabe manifestação deste Tribunal, a não ser por seus órgãos julgadores, nos próprios autos em sede de recurso. A Corregedoria-Geral da Justiça, órgão deste Tribunal, já instaurou pedido de providências na esfera administrativa para a devida apuração dos fatos”, publicou o TJ-SC.

    A conduta da juíza foi divulgada pelo jornal “The Intercept Brasil”, nesta segunda, 20. O veículo revelou vídeos da audiência em que a magistrada constrange a criança, tentando convencê-la a não realizar um aborto, algo legal no país em casos como esse. 

    Segundo a publicação, dois dias após a descoberta da gravidez de 22 semanas, a menina foi levada ao hospital pela mãe para realização do aborto. A equipe médica se recusou a realizar o procedimento, sob a justificativa de que as normas do hospital permitem a prática apenas até as 20ª semana de gestação. 

    Diante da recusa médica, o caso foi levado para a juíza, que ordenou que a criança fosse levada para um abrigo com a finalidade de protegê-la do agressor e também para evitar que a mãe da criança tentasse outras formas de abortamento. 

    Nos áudios do vídeo, tanto a juíza quanto a promotora Mirela Dutra Alberton, do Ministério Público catarinense, tentam convencer a criança a manter a gravidez: “Suportaria ficar mais um pouquinho?’. Especialistas ouvidos pelo “Intercept” e outros profissionais do hospital que negou o atendimento reforçaram que a gravidez coloca em risco a vida da criança, que não se desenvolveu o suficiente para realizar uma gestação segura.

    Fonte – Já É Notícia

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2026 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.