Banner
Close Menu
    Facebook X (Twitter) Instagram
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    quinta-feira, 11 dezembro
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    ANUNCIE
    • INÍCIO
    • ÚLTIMAS NOTÍCIAS
    • BRASIL
    • CIDADES
    • CULTURA
    • ECONOMIA
    • ESPORTE
    • MUNDO
    • Municípios
    • Política
    • SAÚDE
    • Turismo
    Política AlagoanaPolítica Alagoana
    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»Justiça bloqueia R$ 1,5 bi em operação contra corrupção, mas encontra apenas R$ 20 mil em contas de empresário alagoano
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    Justiça bloqueia R$ 1,5 bi em operação contra corrupção, mas encontra apenas R$ 20 mil em contas de empresário alagoano

    2025-11-10T14:59:43-03:000000004330202511

    A Justiça Federal determinou o bloqueio de bens de 61 pessoas investigadas na Operação Rejeito, que apura suposto esquema de corrupção envolvendo órgãos fiscalizadores estaduais e federais do setor de mineração em Minas Gerais. O montante total de bloqueios judiciais atinge R$ 1,5 bilhão, mas apenas R$ 27 milhões foram localizados em contas dos investigados.

    Conforme apurado pela reportagem, o empresário alagoano Alan Cavalcante, identificado como suposto líder do esquema, mantinha apenas R$ 20,7 mil em suas contas bancárias. As investigações indicam que ele organizaria, com outros sócios, um conjunto de empresas aparentemente constituídas para movimentar pagamentos irregulares e lavar recursos obtidos com atividades ilegais de mineração.

    Dados de quebras de sigilo bancário revelam que Alan recebeu mais de R$ 225 milhões de empresas vinculadas ao esquema entre dezembro de 2019 e dezembro de 2024. Apesar do volume de recursos movimentado, dez empresas investigadas apresentavam saldo zero segundo informações encaminhadas pelas instituições financeiras à Justiça.

    A Polícia Federal e o Ministério Público Federal apontam indícios de corrupção sistêmica em órgãos públicos mineiros, com a suposta participação de dois diretores da Agência Nacional de Mineração e servidores da Semad, Feam, Iphan e Copam. Todos os funcionários públicos investigados foram afastados de suas funções e permanecem presos.

    O caso foi encaminhado ao Supremo Tribunal Federal após a PF identificar menção ao senador Rodrigo Pacheco nos autos. O processo encontra-se sob análise do ministro Dias Toffoli. O governador Romeu Zema declarou que o governo mineiro “oferece total apoio às investigações” e espera “punição exemplar” aos envolvidos.

    Share. Facebook Twitter Pinterest LinkedIn Tumblr Email
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    © 2025 Direitos reservados Politica Alagoana. Desenvolvido por MOBOX TECNOLOGIA

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.