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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»“Divisor de águas”: Barroso comenta julgamento da trama golpista e descarta perseguição política
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    “Divisor de águas”: Barroso comenta julgamento da trama golpista e descarta perseguição política

    2025-09-12T11:45:35-03:000000003530202509

    O Supremo Tribunal Federal (STF) marcou um momento histórico ao condenar, pela primeira vez no Brasil, um ex-presidente por tentativa de golpe de Estado. Ao encerrar o julgamento, o presidente da Corte, Luís Roberto Barroso, destacou a relevância da decisão, chamando-a de um verdadeiro “divisor de águas” na trajetória política do país.

    “Acredito que nós estejamos encerrando os ciclos do atraso na história brasileira, marcados pelo golpismo e pela quebra da legalidade constitucional. Sou convencido que algumas incompreensões de hoje irão se transformar em reconhecimento futuro”, disse.

    O ministro afirmou, durante sua participação, que não houve qualquer tipo de perseguição política ao longo do processo.
    “Tratou-se de um julgamento público, transparente, com devido processo legal, baseado em provas as mais diversas, vídeos, textos, mensagens e confissões”, destacou.

    Barroso ressaltou que a divergência apresentada pelo voto do ministro Luiz Fux é um sinal de que o país opera dentro de um sistema democrático.

    “Compreensões contrárias fazem parte da vida, mas só o desconhecimento profundo dos fatos ou uma compreensão descolada da realidade encontrará neste julgamento algum tipo de perseguição política. A vida, no entanto, é plural, assim como também é este tribunal e, por essa razão não queria deixar de manifestar respeito e compreesnão pela posição divergente”, afirmou o ministro.

    Como conclusão, Barroso destacou que “pensamento único só existe nas ditaduras”.

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