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	<title>SAÚDE &#8211; Política Alagoana</title>
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	<description>Tudo sobre  Política em Alagoas</description>
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	<title>SAÚDE &#8211; Política Alagoana</title>
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		<title>HGE realiza 233 atendimentos durante feriadão de São Pedro e jogo do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Política Alagoana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 11:39:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[CIDADES]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre o feriadão de São Pedro e a movimentação gerada pelo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol, o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, realizou 233 atendimentos de urgência e emergência. Referência estadual em trauma e procedimentos de alta complexidade, a unidade manteve sua estrutura preparada para atender a população [...]]]></description>
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<p>Entre o feriadão de São Pedro e a movimentação gerada pelo jogo da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de Futebol, o Hospital Geral do Estado (HGE), em Maceió, realizou 233 atendimentos de urgência e emergência. Referência estadual em trauma e procedimentos de alta complexidade, a unidade manteve sua estrutura preparada para atender a população durante todo o período, garantindo assistência especializada.</p>



<p>Dos atendimentos registrados, 117 foram destinados a casos clínicos. Outros 99 tiveram relação com acidentes, sendo 54 de trânsito, 40 casuais e cinco de trabalho. O hospital também recebeu 12 vítimas de agressão: sete por agressão corporal, três feridas por arma branca e duas por arma de fogo. Além disso, foram contabilizados quatro casos de queimaduras e uma tentativa de suicídio.</p>



<p>De acordo com o diretor-geral do HGE, Fernando Fortes Melro, os acidentes envolvendo motocicletas continuam sendo os mais frequentes entre as ocorrências de trânsito, com 25 atendimentos. Também foram registrados 23 casos de vítimas de colisões entre veículos, quatro atropelamentos e dois acidentes com bicicletas.</p>



<p>No mesmo período, a unidade realizou 92 internações, concedeu 99 altas hospitalares, efetuou 26 procedimentos cirúrgicos e promoveu 16 transferências para outras unidades da Rede de Saúde Pública do Estado. Os números refletem a intensa dinâmica assistencial e a integração entre os serviços de saúde.</p>



<p>Fernando Fortes Melro destacou que o balanço reforça a necessidade da adoção de medidas preventivas, especialmente em períodos de maior circulação de pessoas e veículos. Segundo ele, atitudes como respeitar as leis de trânsito, evitar dirigir após o consumo de bebidas alcoólicas, utilizar corretamente os equipamentos de segurança, manusear fogos de artifício e materiais inflamáveis com responsabilidade e agir com prudência contribuem para preservar vidas e reduzir a demanda por atendimentos de urgência.</p>



<p>Mesmo diante do elevado fluxo de pacientes, as equipes multiprofissionais do HGE atuaram de forma ininterrupta para garantir atendimento ágil, seguro e humanizado. Médicos, enfermeiros, técnicos, fisioterapeutas e demais profissionais trabalharam de forma integrada para assegurar assistência de qualidade à população atendida na maior unidade pública de urgência e emergência de Alagoas.</p>
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		<title>Hospital realiza primeiro parto em homem trans na rede estadual de saúde da Paraíba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 09:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[OHospital da Mulher D. Creuza Pires realizou, na última semana, o primeiro parto em um&#160;homem&#160;trans&#160;na rede estadual de saúde da Paraíba. O nascimento de Iara, uma menina saudável, marcou um momento histórico para a saúde pública paraibana e reforçou o compromisso da unidade com o atendimento humanizado, respeitoso e acolhedor para todas as pessoas e [...]]]></description>
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<p>OHospital da Mulher D. Creuza Pires realizou, na última semana, o primeiro parto em um&nbsp;homem&nbsp;trans&nbsp;na rede estadual de saúde da Paraíba. O nascimento de Iara, uma menina saudável, marcou um momento histórico para a saúde pública paraibana e reforçou o compromisso da unidade com o atendimento humanizado, respeitoso e acolhedor para todas as pessoas e configurações familiares.&nbsp;</p>



<p>Filha de Daniel Valentin,&nbsp;homem&nbsp;trans&nbsp;que gestou, e de sua esposa Gisele Castro, mulher&nbsp;trans, Iara nasceu cercada pelo carinho da equipe multiprofissional que acompanhou a família durante o nascimento.&nbsp;</p>



<p>Embora o pré-natal tenha sido realizado em outra unidade de saúde, a família optou por dar entrada no Hospital da Mulher para o parto, por confiar na qualidade da assistência prestada pela equipe e pelo histórico de acolhimento oferecido às pessoas&nbsp;transexualizadas. A decisão também levou em consideração o fato de a maternidade ser referência estadual para gestação de alto risco, perfil no qual a gravidez de Daniel se enquadrava.</p>



<p>Esse acolhimento integra uma política assistencial já consolidada na unidade. De forma integrada com do Ambulatório TT, que também faz parte da rede estadual, o Hospital da Mulher acompanha usuários&nbsp;trans&nbsp;em diferentes etapas do cuidado e já realiza procedimentos como a mastectomia masculinizadora e a histerectomia para homens&nbsp;trans. As cirurgias são ofertadas dentro do Programa Opera Paraíba, ampliando o acesso dessa população a procedimentos especializados de forma segura, humanizada e integral.</p>



<p>De acordo com Daniel, a experiência foi marcada pela segurança e pelo cuidado recebidos durante todo o processo de internação, parto e pós-parto. &#8220;Apesar de ter tido um pré-natal muito tranquilo em outra unidade, eu sentia que o lugar ideal para o nascimento de Iara era o Hospital da Mulher, não apenas pela estrutura. O carinho dos profissionais, o acolhimento, a segurança com a qual todo o procedimento foi conduzido apenas confirmaram esse sentimento. Foi um parto cercado de amor e respeito, um momento que jamais vamos esquecer”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Gisele destacou a tranquilidade de vivenciar esse momento em um ambiente onde a família se sentiu respeitada, acolhida e bem assistida.&nbsp;“Fomos tratados com muito carinho desde o primeiro momento. Além disso, a gente observa também a limpeza do local, o que traz muita tranquilidade para o paciente que vai ali acompanhando o trabalho da equipe e vendo como tudo é muito organizado e seguro. Sem dúvidas, a melhor escolha para o nascimento da nossa filha”.&nbsp;</p>



<p>Além da assistência especializada, a família também pôde vivenciar o protocolo da Hora Ouro, prática que estimula o vínculo entre o recém-nascido e seus familiares logo após o nascimento. Após a chegada de Iara, foi realizado o contato pele a pele não apenas com Daniel, que gestou Iara, mas também com Gisele, proporcionando um momento de conexão, afeto e fortalecimento dos laços familiares desde os primeiros minutos de vida da bebê.&nbsp;</p>



<p>O médico obstetra Eguimar Fernandes, responsável pelo procedimento, ressalta que o nascimento de Iara representa um importante avanço na consolidação de uma assistência cada vez mais inclusiva e centrada nas necessidades de cada paciente. &#8220;O Hospital da Mulher já possui uma trajetória de assistência à população&nbsp;trans&nbsp;e esse nascimento reforça a confiança construída ao longo desse processo. A unidade realiza, por meio do Ambulatório TT, o acompanhamento especializado de pessoas&nbsp;trans&nbsp;e oferta procedimentos como a mastectomia masculinizadora e a histerectomia para homens&nbsp;trans&nbsp;dentro do Programa Opera Paraíba. Isso faz com que os pacientes encontrem aqui uma equipe preparada para oferecer uma assistência ética, qualificada e respeitosa. Foi uma grande honra participar desse momento com a família e vivenciar um marco tão importante para a saúde pública da Paraíba.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Segundo o profissional, a condução do caso seguiu todos os protocolos de segurança para gestação de alto risco, associando excelência técnica à assistência humanizada, uma das marcas do Hospital da Mulher.&nbsp;</p>



<p>A diretora-geral do Hospital da Mulher, Marcela Tarcia, reforça que a missão da unidade é garantir atendimento digno, humanizado e de qualidade para todas as pessoas. &#8220;Uma maternidade precisa ser um lugar de acolhimento e cuidado e é esse carinho que o Hospital da Mulher oferece a todos os pacientes de forma direcionada, pois cada família tem suas particularidades e necessidades. É isso que faz o hospital ser uma referência no estado e é essa a experiência que queremos que todos os nossos pacientes tenham&#8221;, enfatizou.&nbsp;</p>



<p>O nascimento de Iara simboliza não apenas um marco para a saúde pública estadual, mas também o fortalecimento de uma assistência baseada na empatia, na inclusão e no respeito à diversidade. A história da família reafirma que o cuidado em saúde deve ser construído a partir da escuta, do acolhimento e da valorização de cada trajetória de vida.&nbsp;</p>



<p>Referência para o pré-natal de alto risco na Paraíba, o Hospital da Mulher D. Creuza Pires também atua como porta aberta para urgências obstétricas e ginecológicas, oferecendo assistência especializada 24 horas por dia. A unidade integra a rede estadual de saúde e se destaca pelo atendimento humanizado, pela estrutura de alta complexidade e pelo cuidado voltado às necessidades de cada paciente.</p>



<p>Fonte: Governo da Paraíba</p>



<p></p>
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		<title>SUS passa a ofertar segunda dose de reforço contra a poliomielite a partir de agosto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 08:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir do próximo dia três de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos de idade. Diante desta mudança no esquema vacinal, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) orienta pais e responsáveis a manterem a Caderneta [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir do próximo dia três de agosto, o Sistema Único de Saúde (SUS) passará a ofertar uma segunda dose de reforço da vacina contra a poliomielite para crianças de 4 anos de idade. Diante desta mudança no esquema vacinal, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) orienta pais e responsáveis a manterem a Caderneta de Vacinação das crianças atualizada e a procurarem o posto de vacinação mais próximo para garantir a proteção de&nbsp;seus filhos.</p>



<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a inclusão da nova dose da vacina contra a poliomielite no Calendário Nacional de Vacinação faz parte das estratégias adotadas para evitar a reintrodução da doença no país. Isso porque, o Brasil não registra casos de pólio desde 1989 e conquistou, em 1994, a certificação internacional de área livre da circulação do poliovírus.</p>



<p>Com a mudança, o esquema vacinal contra a pólio passa a ser composto por cinco doses da Vacina Inativada Poliomielite (VIP), aplicada por injeção. O esquema inclui três doses aos dois, quatro e seis meses de idade, um primeiro reforço aos 15 meses e, agora, um segundo reforço aos quatro anos.</p>



<p>Segundo o Ministério da Saúde, as doses de reforço são fundamentais para manter a imunidade ao longo da infância e fortalecer a proteção coletiva contra o vírus. A ampliação do esquema vacinal foi discutida com especialistas da Câmara Técnica Assessora em Imunizações (CTAI), além de representantes do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).</p>



<p>Embora o Brasil esteja livre da poliomielite há quase quatro décadas, o Ministério da Saúde alerta que a vacinação continua sendo essencial. Isso porque o vírus ainda circula em alguns países, o que mantém o risco de reintrodução da doença em locais com baixas coberturas vacinais.</p>



<p>Desde novembro de 2024, o esquema vacinal contra a poliomielite passou a utilizar exclusivamente a VIP, substituindo as doses da vacina oral, conhecida popularmente como “gotinha”. A mudança foi adotada com base em evidências científicas que apontam maior segurança e efetividade na proteção contra a doença.</p>



<p>“O público-alvo da nova dose de reforço são crianças menores de 5 anos que já completaram o esquema básico de vacinação e receberam o primeiro reforço. Crianças com esquema vacinal incompleto também devem procurar uma UBS [Unidade Básica de Saúde], onde terão a situação avaliada e receberão orientação sobre as doses necessárias”, salienta a coordenadora do Programa Nacional de Imunização em Alagoas (PNI/AL), Rafaela Siqueira.</p>



<p>Fonte: Ascom Sesau</p>



<p></p>
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		<title>Vacina Pneumo 20 passa a ser oferecida gratuitamente pelo SUS em todos os municípios de Alagoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Moura]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 12:15:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (18), a vacina Pneumo 20 passou a integrar a rede pública de saúde em Alagoas e já está disponível nos postos de vacinação dos 102 municípios do estado vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante oferece proteção contra 20 sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, principal responsável por doenças graves [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A partir desta quinta-feira (18), a vacina Pneumo 20 passou a integrar a rede pública de saúde em Alagoas e já está disponível nos postos de vacinação dos 102 municípios do estado vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O imunizante oferece proteção contra 20 sorotipos da bactéria <em>Streptococcus pneumoniae</em>, principal responsável por doenças graves como pneumonia e meningite.</p>



<p>A nova vacina é destinada a crianças de até 5 anos de idade. Também fazem parte do público prioritário indígenas acima de 5 anos sem histórico de vacinação com pneumocócica conjugada, idosos acamados ou institucionalizados com 60 anos ou mais e pessoas com condições clínicas especiais atendidas pelos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (CRIE).</p>



<p>Segundo a assessora do Programa Nacional de Imunização (PNI) em Alagoas, a enfermeira Rafaela Siqueira, o imunizante representa um avanço importante na prevenção de doenças pneumocócicas. Na rede privada, a dose pode custar cerca de R$ 500.</p>



<p>“A Pneumo 20 amplia a proteção contra os sorotipos mais associados às formas invasivas da doença, especialmente os tipos 3, 6A e 19A. Além da pneumonia, ela também atua na prevenção da otite média, que pode provocar perda auditiva e, em casos mais graves, evoluir para infecções generalizadas”, explicou.</p>



<p>Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam que a doença pneumocócica é uma das principais causas de mortalidade infantil por enfermidades preveníveis. No Brasil, entre 2023 e 2025, foram registrados 4,6 mil casos de meningite pneumocócica e 1,4 mil mortes, com taxa de letalidade superior a 30%. Entre crianças menores de 5 anos, houve 616 casos e 188 óbitos no mesmo período.</p>



<p>A vacina recebeu aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em dezembro de 2023. Em 2025, as primeiras doses começaram a ser disponibilizadas na rede privada, mas o elevado custo limitava o acesso. Com a incorporação ao SUS, a expectativa é ampliar a cobertura vacinal e reduzir desigualdades no acesso à prevenção de doenças graves.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transição será gradual</h3>



<p>Atualmente, o SUS disponibiliza as vacinas Pneumo 10, Pneumo 13 e a Polissacarídica 23, que continuarão sendo utilizadas durante o período de transição. A substituição pelos novos imunizantes ocorrerá de forma gradual, conforme orientação do Ministério da Saúde.</p>



<p>Para as crianças, o esquema vacinal básico será composto por uma dose da Pneumo 20 aos 2 meses de idade, uma dose da Pneumo 10 aos 4 meses e uma dose de reforço da Pneumo 20 aos 12 meses, respeitando o intervalo mínimo de 60 dias entre a segunda dose e a dose de reforço.</p>



<p>As vacinas Pneumo 13 e Polissacarídica 23 continuarão sendo empregadas em estratégias específicas até o esgotamento dos estoques existentes. A expectativa é que a incorporação da Pneumo 20 aumente a proteção contra um número maior de variantes da bactéria pneumocócica e contribua para a redução de casos graves e óbitos.</p>
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		<title>IMA/AL promove 15º edição do passeio ciclístico no Mês do Meio Ambiente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 10:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) realiza, no dia 28 de junho, a 15ª edição do tradicional passeio ciclístico em alusão ao Mês do Meio Ambiente. A atividade encerra a programação especial promovida pela autarquia ao longo de junho e reunirá ciclistas de diferentes idades em um momento de esporte, lazer, conscientização ambiental [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Instituto do Meio Ambiente de Alagoas (IMA/AL) realiza, no dia 28 de junho, a 15ª edição do tradicional passeio ciclístico em alusão ao Mês do Meio Ambiente. A atividade encerra a programação especial promovida pela autarquia ao longo de junho e reunirá ciclistas de diferentes idades em um momento de esporte, lazer, conscientização ambiental e solidariedade. A participação é gratuita e aberta ao público.</p>



<p><strong>Como participar&nbsp;</strong></p>



<p>As inscrições devem ser realizadas de forma online pelo&nbsp;<a href="https://doity.com.br/passeio-ciclstico--2026" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link</a>. No dia do evento, a concentração terá início às 6h30, na Quadra Poliesportiva do Pontal da Barra, em Maceió. A largada está prevista para às 8h30.</p>



<p>Neste ano, os participantes vão percorrer aproximadamente 12 quilômetros em um trajeto diferente das edições anteriores. A saída será do Pontal da Barra, com chegada no Corredor Vera Arruda, na Jatiúca.</p>



<p>Para participar, os inscritos deverão doar um quilo de alimento não perecível. Todos os itens arrecadados serão destinados ao Programa Alagoas Sem Fome, iniciativa do Governo de Alagoas voltada ao combate à extrema pobreza e à insegurança alimentar no estado.</p>



<p>&#8220;O passeio ciclístico aproxima a população da pauta ambiental de forma leve, participativa e acessível. É um convite para que cada pessoa reflita sobre o seu papel na preservação do meio ambiente e perceba que pequenas atitudes também contribuem para grandes transformações&#8221;, afirma o diretor-presidente do IMA/AL, Gustavo Lopes.</p>



<p><strong>Entrega dos kits</strong></p>



<p>A entrega dos kits será realizada no próprio local de concentração, a partir das 6h30. Para a retirada, o participante deverá apresentar um documento oficial com foto, o comprovante de inscrição e o alimento não perecível.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o superintendente de Preservação Ambiental do IMA/AL, Pedro Normande, o evento contribui para a qualidade de vida e para a conscientização ambiental.&nbsp;</p>



<p>&#8220;O passeio ciclístico incentiva a adoção de hábitos mais sustentáveis e demonstra como essa simples ação pode trazer benefícios para as pessoas e para o meio ambiente. Além disso, promove integração, bem-estar e educação ambiental em um momento de celebração e mobilização em defesa da temática ambiental&#8221;, destaca o superintendente.</p>



<p><strong>Ação coletiva pelo clima</strong></p>



<p>Com o tema &#8220;Agora pelo Clima&#8221;, a programação do Mês do Meio Ambiente busca mostrar que a construção de um futuro mais sustentável depende da participação de todos. Ao incentivar o uso da bicicleta como alternativa de mobilidade, o passeio ciclístico também chama a atenção para a importância de reduzir as emissões de gases de efeito estufa e adotar hábitos que contribuam para o enfrentamento das mudanças climáticas.</p>



<p>Fonte: Ascom IMA-AL</p>



<p></p>
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		<title>Hospital do Coração Alagoano: Saiba onde fica a unidade referência em cardiologia de alta complexidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 09:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Quem precisa de atendimento especializado em cardiologia em Alagoas muitas vezes já ouviu falar do Hospital do Coração Alagoano. A&#160;unidade hospitalar está localizada na parte alta de Maceió, no bairro Cidade Universitária, ao lado do Hospital Metropolitano de Alagoas. O equipamento de saúde forma um dos maiores complexos hospitalares públicos do estado, contando ainda com [...]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem precisa de atendimento especializado em cardiologia em Alagoas muitas vezes já ouviu falar do Hospital do Coração Alagoano. A&nbsp;unidade hospitalar está localizada na parte alta de Maceió, no bairro Cidade Universitária, ao lado do Hospital Metropolitano de Alagoas. O equipamento de saúde forma um dos maiores complexos hospitalares públicos do estado, contando ainda com a presença da Unidade Via Expressa do Hemocentro de Alagoas (Hemoal).</p>



<p>“Somos referência em assistência cardiovascular de alta complexidade pelo SUS [Sistema Único de Saúde] e nossa unidade atende pacientes regulados de diversas regiões de Alagoas. Nosso serviço oferece estrutura moderna e equipes especializadas para o diagnóstico e tratamento de doenças do coração”, reiterou o diretor do Hospital do Coração Alagoano, Otoni Veríssimo.</p>



<p><strong>Estrutura</strong></p>



<p>A unidade hospitalar dispõe de leitos de Enfermaria e Unidade de Terapia Intensiva (UTI), além de centro cirúrgico equipado para procedimentos cardiovasculares de alta complexidade. Também conta com serviços estratégicos como a cardiopediatria e a hemodinâmica, fundamentais para o atendimento de casos complexos.</p>



<p>Além dos procedimentos cirúrgicos, os pacientes têm acesso a consultas especializadas e exames diagnósticos, permitindo um acompanhamento completo e integrado dentro da rede pública estadual de saúde. Outro diferencial da unidade são os Programas Bate Coração e Alagoas Transplanta, que ampliam o acesso da população a tratamentos especializados e fortalecem a assistência cardiovascular em todo o estado.</p>



<p>O Hospital do Coração Alagoano também se destaca como centro de ensino e pesquisa, contribuindo para a formação de profissionais de saúde e para o desenvolvimento da medicina cardiovascular em Alagoas. A unidade leva o nome do professor Adib Jatene, um dos maiores cirurgiões cardiovasculares da história do Brasil.</p>



<p>Em homenagem ao legado do médico, o hospital mantém um memorial dedicado à sua trajetória e às contribuições que transformaram a cardiologia brasileira. Com estrutura moderna, tecnologia de ponta e atendimento 100% SUS, o Hospital do Coração Alagoano oferece assistência especializada, consolidando-se como uma referência para os alagoanos.</p>



<p><strong>Serviço:&nbsp;</strong></p>



<p>Onde fica o Hospital do Coração Alagoano?</p>



<p>Endereço: Cidade Universitária, Maceió/AL, ao lado do Hospital Metropolitano de Alagoas.</p>



<p>Fonte: Ascom Hospital do Coração Alagoano</p>



<p></p>
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		<title>Caneta emagrecedora produzida no Brasil começa a ser vendida no país; veja o preço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 09:16:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[Primeira caneta de semaglutida nacional, o medicamento Ozivy passa a ser comercializado nas farmácias do país a partir dessa segunda-feira, 15 de junho. Desenvolvido pelo laboratório brasileiro EMS após a queda da patente do Ozempic, Ozivy é um remédio de aplicação semanal que, a exemplo do original, é voltado ao tratamento do diabetes tipo 2. [...]]]></description>
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<p>Primeira caneta de semaglutida nacional, o medicamento Ozivy passa a ser comercializado nas farmácias do país a partir dessa segunda-feira, 15 de junho.</p>



<p>Desenvolvido pelo laboratório brasileiro EMS após a queda da patente do Ozempic, Ozivy é um remédio de aplicação semanal que, a exemplo do original, é voltado ao tratamento do diabetes tipo 2.</p>



<p>Uma das diferenças do produto para a versão da Novo Nordisk é que enquanto esta é um medicamento biológico, a semaglutida nacional é fabricada a partir de síntese química.</p>



<p>O tratamento mensal com as canetas de Ozivy custará a partir de R$ 452, mas a EMS anunciou uma condição especial a quem se inscrever em seu programa de adesão por três meses: por meio dele o paciente conseguirá adquirir o tratamento por R$ 287 mensais. A partir do quarto mês, o valor ficará em R$ 498.</p>



<p>A semaglutida é uma molécula que imita um hormônio chamado GLP-1, que atua no controle da glicose no sangue, da saciedade e do peso.</p>



<p>O uso requer prescrição e orientação médica.</p>



<p>Segundo a EMS, o produto, aprovado pela Anvisa, estará disponível nas principais redes de drogarias do Brasil.</p>



<p>Fonte: Veja</p>
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		<title>Acidentes com patinetes elétricos na orla de Maceió acendem alerta no Samu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2026 08:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
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					<description><![CDATA[Os patinetes elétricos chegaram à orla de Maceió no primeiro semestre deste ano, e caíram no gosto de moradores e turistas. Com cerca de 150 patinetes e 70 bicicletas elétricas inicialmente disponíveis, o serviço, porém, tornou-se uma preocupação para as autoridades de saúde. Dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Central de [...]]]></description>
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<p>Os patinetes elétricos chegaram à orla de Maceió no primeiro semestre deste ano, e caíram no gosto de moradores e turistas. Com cerca de 150 patinetes e 70 bicicletas elétricas inicialmente disponíveis, o serviço, porém, tornou-se uma preocupação para as autoridades de saúde.</p>



<p>Dados do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da Central de Maceió apontam que 21 pessoas foram atendidas por queda em via pública entre janeiro e maio — média de 4,2 acidentes por mês, número considerado subnotificado.</p>



<p>A Portaria nº 049/2026 do Departamento Municipal de Transportes e Trânsito (DMTT), alinhada à Resolução 996/2023 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), estabelece regras claras para o uso dos veículos: velocidade máxima de 6 km/h em calçadas e 25 km/h em ciclovias, proibição de equipamentos acima de 1000W, uso individual obrigatório e proibição de pilotar sob efeito de álcool.</p>



<p>O estacionamento só pode ser feito em estações virtuais indicadas no aplicativo, com foto de encerramento, sendo vedado bloquear rampas, garagens ou faixas de pedestres. Na prática, porém, a fiscalização é frágil. O médico socorrista Rodrigo Nicácio afirma que os atendimentos são frequentes e preocupantes. Segundo ele, a Central de Regulação das Urgências (CRU) atende vítimas de queda na orla que, na maioria, estão sem capacete e outros equipamentos de proteção. “Isso pode causar fraturas de membros superiores, inferiores, face e crânio. Podem ser lesões com alto potencial de gravidade, sobretudo dependendo do uso de equipamentos de proteção ou da velocidade do veículo”, disse.</p>



<p>Ele destaca que os acidentes ocorrem principalmente em fins de semana, quando a orla está lotada, e defende treinamento mínimo antes do uso. “É preciso haver fiscalização mais rigorosa por parte de quem disponibiliza o serviço. Os acidentes ainda são poucos, mas podem crescer. É salutar que se tenha mais responsabilidade, tanto de quem utiliza quanto de quem disponibiliza o serviço, para evitar acidentes graves”, afirmou o coordenador geral do Samu, Mac Douglas de Oliveira Lima.</p>



<p><strong>Regras de Trânsito e Circulação</strong></p>



<p><strong>Onde circular:&nbsp;</strong>a prioridade máxima é circular em ciclovias, ciclofaixas ou faixas compartilhadas.</p>



<p><strong>Calçadas convencionais:&nbsp;</strong>é permitido circular em calçadas apenas se houver sinalização local autorizando o tráfego compartilhado, limitando rigorosamente a velocidade a no máximo 6 km/h para proteger os pedestres.</p>



<p><strong>Vias públicas:&nbsp;</strong>só é permitido trafegar na rua se a velocidade máxima da via for de até 40 km/h. O condutor deve andar sempre no mesmo sentido dos carros e junto à borda direito da pista.</p>



<p><strong>Faixas de pedestres:&nbsp;</strong>é proibido atravessar a faixa de pedestres montado no patinete. Você deve obrigatoriamente descer e empurrar o veículo.</p>



<p><strong>Uso estritamente individual:&nbsp;</strong>Os patinetes são projetados para apenas uma pessoa por vez. Andar em dupla é uma infração grave de segurança que pode bloquear a sua conta.</p>



<p><strong>Restrição de idade e álcool:&nbsp;</strong>O uso é restrito para maiores de 18 anos e é terminantemente proibido pilotar sob o efeito de bebidas alcoólicas.</p>



<p>Fonte: Ascom Sesau/Agência Alagoas</p>



<p></p>
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		<title>Gravidez na adolescência despenca em Alagoas e atinge menor índice da década</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jaci Lira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 08:25:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Alagoas registrou uma redução expressiva nos casos de gravidez na adolescência ao longo dos últimos dez anos. Dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) mostram que o número de gestações entre jovens caiu 47,8% entre 2015 e 2025, refletindo mudanças importantes no perfil das mães alagoanas. De acordo com o levantamento, o estado [...]]]></description>
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<p>Alagoas registrou uma redução expressiva nos casos de gravidez na adolescência ao longo dos últimos dez anos. Dados divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) mostram que o número de gestações entre jovens caiu 47,8% entre 2015 e 2025, refletindo mudanças importantes no perfil das mães alagoanas.</p>



<p>De acordo com o levantamento, o estado contabilizou 52.317 nascidos vivos em 2015, dos quais 28.234 eram filhos de mães adolescentes. Em 2025, o total de nascimentos foi de 46.384, sendo 14.732 de adolescentes. Com isso, a participação desse grupo no total de gestantes recuou de 26,3% para 15,2% no período analisado.</p>



<p>A Sesau atribui o resultado ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde, aliado a campanhas educativas, ações realizadas em unidades de saúde e parcerias com escolas para ampliar o acesso à informação. Além disso, a oferta de métodos contraceptivos e iniciativas voltadas ao planejamento reprodutivo têm contribuído para a conscientização dos jovens. O estudo também aponta que a idade média da primeira gravidez em Alagoas chegou a 27 anos, superando a média nacional de 26 anos e indicando uma tendência de maternidade mais tardia no estado.</p>
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		<title>Mutirão do Hospital Regional de Palmeira dos Índios segue avançando na redução de espera por cirurgias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Política Alagoana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 11:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BRASIL]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais uma etapa do mutirão de cirurgias do Programa Agora Tem Especialistas foi realizada nessa quarta-feira (27) no Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI). A ação é fruto de uma parceria entre o Governo Federal e o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), e tem como principal objetivo [...]]]></description>
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<p>Mais uma etapa do mutirão de cirurgias do Programa Agora Tem Especialistas foi realizada nessa quarta-feira (27) no Hospital Regional de Palmeira dos Índios (HRPI). A ação é fruto de uma parceria entre o Governo Federal e o Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), e tem como principal objetivo reduzir o tempo de espera por procedimentos cirúrgicos na região do Médio Sertão.</p>



<p>De acordo com o cirurgião Pedro Salgueiro, a continuidade do mutirão representa um avanço importante para ampliar o acesso da população às cirurgias eletivas. O médico ressaltou que a iniciativa contribui diretamente para diminuir a fila de espera e garantir atendimentos mais rápidos e eficientes aos pacientes.</p>



<p>Para assegurar maior produtividade e agilidade nos procedimentos, o HRPI organizou uma força-tarefa com equipes atuando simultaneamente em cinco salas cirúrgicas. A estrutura montada permite otimizar os atendimentos sem comprometer a segurança, a qualidade da assistência e o bem-estar dos pacientes.</p>



<p>Entre os pacientes atendidos está Iranilda Batista da Silva, moradora do município de Belém, que realizou a cirurgia para retirada de um cisto no braço. Emocionada, ela destacou a longa espera pelo procedimento e a felicidade em finalmente conseguir atendimento. A paciente afirmou estar confiante no trabalho da equipe médica e esperançosa em relação ao sucesso da cirurgia.</p>



<p>Outra paciente beneficiada pela ação foi Clécia Priscila, também residente em Belém. Ela passou pela triagem, realizou exames laboratoriais e de imagem e se preparou para a cirurgia de retirada de um cisto na perna direita. Apesar da ansiedade após o período de espera, Clécia demonstrou confiança na equipe responsável pelo atendimento.</p>



<p>O êxito da força-tarefa é resultado de um planejamento realizado antecipadamente pela unidade hospitalar. Todos os pacientes participantes do mutirão já haviam passado por avaliações médicas detalhadas no último dia 18 de abril, incluindo consultas com cirurgiões, exames laboratoriais e exames de imagem. O processo integrado garantiu que os pacientes chegassem ao centro cirúrgico em condições adequadas e seguras para os procedimentos.</p>
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