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    Home»ÚLTIMAS NOTÍCIAS»AL registra recuperação de 58,2% das dívidas negativadas, aponta Serasa
    ÚLTIMAS NOTÍCIAS

    AL registra recuperação de 58,2% das dívidas negativadas, aponta Serasa

    A regularização de dívidas por consumidores em Alagoas atingiu 58,2% no período de maio de 2024 a abril de 2025, segundo o Indicador de Recuperação de Crédito da Serasa Experian. O índice considera quitações ou renegociações concluídas em até 60 dias após a negativação.

    No plano nacional, a recuperação no setor financeiro (bancos, cartões e financeiras) foi de 61,5% — o menor patamar desde janeiro de 2023 — enquanto as dívidas fora do setor financeiro (luz, água, telefonia, varejo etc.) registraram recuperação de 56,4%. (Esses percentuais são referentes ao Brasil, não especificamente a Alagoas.)

    Considerando apenas o mês de abril, dados nacionais apontam que 59,3% das contas negativadas foram regularizadas em até 60 dias (isto é, até junho). Regionalmente, o Nordeste apresentou desempenho superior à média nacional, com 62,1% de quitação em até 60 dias — destaque para Ceará (67,8%) e Sergipe (65,9%) — ressaltando que Alagoas permanece abaixo do desempenho regional.

    A Serasa também identifica diferença por faixa de valor: dívidas superiores a R$ 10 mil tendem a ser mais rapidamente regularizadas (por risco de perda de bens financiados). Para dívidas de menor valor, os índices nacionais ficaram próximos entre faixas: 58,8% (até R$ 1.000), 58,7% (R$ 1.000–R$ 2.000) e 56,8% (R$ 2.000–R$ 10.000).

    Outra conclusão relevante do estudo nacional é a eficácia dos canais digitais: 67,4% das dívidas notificadas por meios digitais foram regularizadas, ante 48,4% quando a comunicação ocorreu por carta.

    Para a economista da Serasa, Camila Abdelmalack, apesar de um mercado de trabalho mais aquecido e aumento do rendimento médio, a recuperação de crédito tornou-se mais desafiadora devido ao acúmulo de pendências e ao ritmo acelerado de concessão de crédito em 2024, além das atuais condições mais restritivas para renegociação.

    Fonte: Jornal Extra

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